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Proposta sobre iluminação pública
22Out2012 11:04:17
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PROPOSTA APRESENTADA PELO VEREADOR INDEPENDENTE MANUEL MARINHO, SOBRE  ILUMINAÇÃO PÚBLICA,  NA ÚLTIMA REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL

Há alguns meses, a Câmara Municipal decidiu cortar a iluminação pública, nas freguesias rurais, a partir das 2 horas da manhã, por razões de poupança.

Esta decisão teve como consequência aumentar o sentimento de insegurança que já se fazia sentir entre os residentes nas freguesias, pelas razões que estão à vista de todos.

Como é do conhecimento público, nos últimos tempos, o concelho de Barcelos tem sido assolado por uma vaga de criminalidade violenta, desde homicídios até assaltos, que está a gerar enorme preocupação e temor entre a população.

Com o aproximar do Inverno, os dias são cada vez mais curtos, e,  nas primeiras horas da manhã – 5, 6 e 7h – ainda é noite escura.

Como é sabido, muitas pessoas, nomeadamente jovens estudantes, deslocam-se, a pé, de madrugada, completamente às escuras, em direcção às paragens dos transportes públicos que, em muitos casos, distam algumas centenas de metros das suas habitações.

 



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Directamente dos bolsos dos Barcelenses
08Out2012 12:04:08
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Enquanto foi oposição, o PS reclamava insistentemente a redução das taxas e impostos municipais.

Na última campanha eleitoral, prometeu que, se chegassem ao poder, os diminuiriam “drasticamente”.

Mal tomou posse, a maioria socialista reafirmou essa promessa.

Mas, promessas leva-as o vento. Na realidade, apenas o IMI registou uma ligeira diminuição, em 2010, de 0,40% para 0,35%. Essa ínfima redução apenas se repercutiu  nos prédios avaliados e, na altura, só 12% estavam avaliados. Nesse ano, acabaram com a derrama. Sucede que esta só incide sobre as empresas que apresentam lucros, e, entretanto, já foi retomada.

Assim,  até hoje, pouco mudou, com excepção de algumas taxas de escasso  significado, como as do mercado e feiras.

No que mais directamente atinge os munícipes, o IMI, o executivo socialista rapidamente esqueceu as promessas.

 



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Ainda falta um ano ou já só falta um ano?
05Out2012 12:02:28
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Passaram três anos do presente mandato autárquico, caracterizado por ser a primeira experiência governativa do Partido Socialista, em Barcelos.

A esta distância das eleições, só um milagre salvará a gestão do PS de ser considerada decepcionante, um acto falhado. Barcelos parou.

É sabido que muitos eleitores votaram PS, em 2009, cientes que a equipa socialista nada traria de novo ao concelho, não protagonizaria uma verdadeira mudança nos seus destinos. Esses simplesmente votaram contra o PSD, apostando no afastamento de Fernando Reis.



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Festa Popular - Churrasco
01Jun2012 12:23:28
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O milagre económico
01Jun2012 12:14:01
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O MILAGRE ECONÓMICO

 

No passado mês de Abril, a maioria socialista apresentou o relatório e as contas relativas à actividade municipal do ano de 2011.

Esta prestação de contas reflecte fielmente a forma como o executivo socialista geriu o Município. A sua chancela é um concelho adiado, não se vislumbrando, ao cabo de dois anos, o tão prometido “novo rumo”, assente numa nova e redentora estratégia de desenvolvimento.

É notória a ausência de investimento. Todos os empreendimentos de vulto continuam à espera de melhores dias. Teatro Gil Vicente, Frente Fluvial, Nó de Sta Eugénia, Circular à Cidade são sintomáticos exemplos de inércia. Auto proclamam-se campeões da poupança. Campeões sem mérito, que poupam à custa de obras adiadas ao invés de cortarem no desperdício.  

Parte substancial dos recursos disponíveis foi canalizada para alimentar despesismo inútil de que são exemplos os contratos de avença com gabinetes juridicos e três empresas de comunicação. As abundantes assessorias políticas sustentam e testemunham um clientelismo sem precedentes.

Muito positiva é a transferência dos 200% do FEF para as Juntas de Freguesia onde o dinheiro é aproveitado e bem, até ao último cêntimo. Pena é que o executivo teime em não corrigir, apesar de o ter prometido, alguns aspectos do protocolo que foram reclamados pelos autarcas das freguesias. Para quando a discriminação positiva para as freguesias que têm vários edifícios escolares? Por que se insiste em não tornar objectiva a cláusula que permite financiar obras extra-protocolo? Fixava-se um valor. Seria igual para todos e transparente.

Foi flagrante a incapacidade para captar fundos comunitários que deveriam constituir uma das principais fontes de financiamento do orçamento municipal. A conclusão é inequivoca: impreparação e falta de iniciativa para apresentar projectos meritórios que pudessem ser financiados.

Quase todas as promessas emblemáticas continuam por cumprir.

 A redução drástica de taxas e impostos municipais ficou-se por uma tímida diminuição de  0,5% (meio por cento!), no IMI, em 2010 para os prédios avaliados.

 A distribuição de medicamentos gratuitos aos idosos carenciados e dos livros aos alunos do 2º ciclo (apenas aos que precisam desse apoio, defendo eu), não passaram de slogans em folhetos da campanha eleitoral.

Que dizer da grande bandeira da extinção das empresas municipais? Suavizaram o discurso, prometeram fundi-las até ao fim do mandato! Já todos percebemos que só farão alguma coisa se o governo a tal obrigar.

O funcionamento dos serviços municipais degrada-se, ano após ano. Outra coisa não era de esperar, a partir do momento em que se tornaram notórias as dificuldades de gestão, a liderança remota. A somar, temos a presença de uma adminstração paralela constituída por uma constelação de boys insanos e arrogantemente empenhados em mostrar o seu “poder”  .  

A taxa de execução do Plano e Orçamento cifra-se em apenas 67%, constituindo um indicador inequívoco da prestação insuficiente do executivo municipal em 2011. Para quem se considera imbatível no rigor, ter inscrito no orçamento 80 milhões de receita e arrecadar somente 54 milhões significa empolamento? Não, de todo. Isso era no passado.

 



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Falta de ética
23Abr2012 17:31:48
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FALTA DE ÉTICA

Tenta desesperadamente o PS, pela voz do Presidente da concelhia, acolitado pelas suas correias de transmissão da opinião publicada local, pôr em causa a minha postura e a do MIB, relativamente à Reforma da Administração Local que o Governo teima em pôr em prática. 



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Reforma Administrativa no concelho de Barcelos
21Mar2012 10:28:02
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CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Barcelos – Hotel Bagoeira – 19Março

REFORMA ADMINISTRATIVA NO CONCELHO DE BARCELOS

PROPOSTA DE LEI 44/XII

Logo que o Governo apresentou o Livro Verde, o MIB, depois de o analisar, aprovou e divulgou uma moção de repúdio, dado que considerou que o seu conteúdo, a ser aplicado, seria lesivo dos interesses de Barcelos, particularmente das populações mais idosas.

A pseudo-reforma nele enunciada era confusa, mal estruturada, não atendia aos factores históricos, culturais e sociais, dentro dos municípios, e não distinguia a diversidade de Portugal.

 



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