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O candidato que não é de cá
14Ago2013 18:19:51
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O candidato que não é de cá

                  Há algum tempo que se assiste a um sistemático e orquestrado ataque ao candidato do MIB - Movimento Independente Por Barcelos por parte dos adversários que disputarão as próximas eleições autárquicas. De entre os argumentos apresentados, um tem sido insistentemente repetido: o homem não é de cá. Pois não. E daí?... Será que as qualidades para se ser um bom presidente da câmara dependem de se ser barcelense? A história recente demonstra o contrário... No entanto, e à míngua de melhor, é disso que se tem feito a contestação à candidatura independente que se propõe governar Barcelos nos próximos quatro anos, propondo para o efeito um modelo novo, revolucionário, que faça tábua rasa de tudo o que até agora tem sido a lógica governativa municipal, e talvez por isso tão assustadora para os partidos políticos tradicionais que, rotativamente, ocupam as cadeiras do poder.

 

                  Mais recentemente assistimos ao nascimento de um novo argumento, a somar ao da naturalidade de Manuel Marinho: não fosse pecado bastante não ter nascido em Barcelos, ainda se gaba o sujeito de ter feito um notável trabalho enquanto vereador do urbanismo da terra que não o viu nascer, quando isso mais não era do que a sua obrigação. E é aqui que este escriba, nado e criado em Barcelos, por cá a praticar o ofício de arquitecto vai para 25 anos, opositor ao anterior e actual poderes, não podia estar mais de acordo: de facto, enquanto responsável pelo sector das obras particulares da Câmara Municipal de Barcelos, o Eng.º Manuel Marinho não fez mais do que a sua obrigação. Os que o antecederam é que faltaram àquilo de deles se esperava. Por acção de uns, e omissão de outros, dificilmente apagarei da minha memória o lodaçal promíscuo de corrupção e pouca-vergonha em que estava afogada a divisão municipal de obras nesse longínquo de 2001. E se isso acabou, a ele, e só a ele, o devemos.

                  Reconhecer o trabalho de moralização, coragem em enfrentar enraizados poderes obscuros, competência, honestidade e transparência, é um imperativo de justiça que se impõe cumprir relativamente à passagem do Engº. Manuel Marinho pela Câmara Municipal de Barcelos. Por muito que se queira desvalorizar o seu contributo, há uma obra que é, ou pelo menos foi, um raro exemplo de boas práticas na administração pública.

                  O resto é conversa.

 

João Barreto de Faria

 

  



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