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Mudar, é possível
29Jan2013 10:49:13
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MUDAR, É POSSÍVEL

Desde a sua fundação, o MIB vem apresentando propostas que pretende pôr em prática, no próximo mandato autárquico, caso os barcelenses nos confiem a gestão do Município.

Os partidos, com particular destaque para os do arco do poder, e seus acólitos,  procuram desvalorizá-las e até ridicularizá-las, perante os barcelenses, dizendo que são demagógicas, utópicas, impossíveis de  implementar.

Em boa verdade, nunca foram aplicadas, a nível local, não porque o PS ou o PSD não tenham capacidade para o fazer, mas, simplesmente, porque isso contraria a sua própria natureza, seria renegar a sua génese clientelar, para mal de Barcelos e, em primeira instância, de Portugal.

PS e PSD não perdem oportunidade de demonstrar que o mérito e a competência são critérios para idealistas. O que verdadeiramente conta é o cartão partidário e a fidelidade canina aos chefes e aos directórios. São disso exemplos as recentes e  polémicas nomeações, feitas pelo PSD, para a direcção das ACES. O mesmo acontece no Município, com as nomeações das pessoas de confiança. Quem oferece resistência, é ostracizado.

Mas vamos às propostas do MIB.

Governar com menos um vereador em regime de permanência (compromisso assumido desde 18 de Junho de 2011). Naquilo que de nós depender, o próximo executivo terá apenas cinco vereadores a tempo inteiro, deixando o 6º de estar em regime de permanência. O exemplo deve vir de cima, e este será um sinal claro para a  sociedade e para os serviços municipais.Vamos todos ter de fazer mais com menos. Fazê-lo está ao alcance de todos. Não tem nada de utópico. É uma medida que só não está em prática porque significa um lugar a menos para distribuir entre o séquito. As luminárias do costume vão gritar que é demagogia. Seria bom que, em vez das habituais atoardas, explicassem porque razão não se comprometem a fazer o mesmo.

Empresas municipais sem administradores remunerados (compromisso assumido desde 18 de Junho de 2011). Se o MIB for poder, enquanto as empresas municipais não forem extintas, os lugares da administração serão ocupados pelos vereadores, sem remuneração acrescida. Que sentido faz que entre os vereadores dos pelouros da educação e do desporto e  os serviços inseridos nas empresas haja intermediários que dão ordens aos responsáveis daqueles? Simplesmente para distribuir sinecuras às clientelas.Não vale a pena vociferar que é demagogia. Comprometam-se a fazer o mesmo .

Muitos dos eleitores que, em 2009, votaram PS acalentaram a esperança de que este novo executivo seria coerente com o discurso que tinha enquanto oposição. Bem cedo se desenganaram. O PS não perdeu tempo a nomear os novos administradores.

Redução drástica, até 2/3, do pessoal de nomeação política (compromisso assumido desde 18 de Junho de 2011). O PS passou anos e anos, na oposição, a criticar e a acusar a gestão do PSD de clientelar e amiguista. Mal chegou ao poder, “mais papista que o Papa”, nomeou em maior número e com menos qualidade.

Restringiremos as nomeações aos casos estritamente necessários. As pessoas recrutadas serão mais-valias inequívocas para áreas onde exista défice de conhecimento ou capacidade técnica. Os restantes lugares serão ocupados pelos funcionários municipais que existem e que têm qualidade.

Não nos refugiamos em evasivas e generalidades. Queremos cumprir, por isso comprometemo-nos com propostas claras, concretizáveis, facilmente sindicáveis. 

Da execução destas medidas resultará uma enorme poupança que será directamente canalizada para o financiamento de um Fundo Social de Emergência que terá por objectivo dar resposta imediata a situações sociais críticas que a conjuntura de crise multiplicará. Combater o desperdício é um dos desígnios que norteará a gestão municipal da alternativa MIB.

P.S.:Parafraseando Luís Manuel Cunha, um dos comportamentos mais detestáveis, não só dos politícos, mas também dos jornalistas e de quem, não o sendo, a tal se arroga, é o chico-espertismo que pretende fazer dos outros parvos. Após um interregno, o sr. professor jornalista voltou a agraciar-me, dando-me lugar de destaque nos artigozinhos da coluna “Sobe & Desce”, onde, no espectro político, só sobem os seus mestres, seres repletos de ofuscante luz, a quem deve respeitinho e obediência. E, certamente, porque o brilho dessa luz o cega, o sr. professor jornalista utiliza as páginas que tem ao dispor para opinar sem rigor nem verdade. Fá-lo intencionalmente: ataca para beneficiar os seus gurus.     

Vejamos um exemplo da qualificada opinião do sr. professor jornalista:

Diz que eu era vice-presidente quando o contrato de concessão da água foi aprovado. É mentira.

Diz que eu assinei o tal contrato. É mentira.

Diz que eu fui candidato à Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira pelo P.S.. É mentira.         

E assim cumpre o sr. professor, que não é jornalista, a sua notável missão. 

Tão elevada postura, merece ser levada a sério!  



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